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quarta-feira, 8 de abril de 2009

A PENUMBRA NA CIDADE…









A lua cheia iluminava o céu e já havia iluminação em algumas ruas e edifícios, quando resolvi dar um passeio pela cidade e pelo Fórum (Centro Comercial) para afastar o pensamento da “partida sem regresso” da minha amiga, com quem convivi desde criança, a que fui assistir hoje, ao fim da tarde.
Quero recordá-la feliz, quando ambas nos encontrávamos com as nossas crianças. A minha filha nasceu uns meses antes do filho dela, no entanto ambos frequentaram a mesma escola primária.
Aproveitei esse passeio para fazer alguns registos na penumbra da noite.

sábado, 14 de março de 2009

POMBOS, BARCOS E RIA ...


Hoje passei o tempo todo com o pensamento absorvido no meu descendente mais novo, o meu netinho, que completou três aninhos de idade, e que já está um “rapazote”!
Apesar de estar longe de mim, e sentir uma saudade enorme dele, estou feliz.
Já conversamos os dois pelo telefone, e deu para sentir o seu entusiasmo, só que não entendeu a razão de eu lhe cantar os parabéns, argumentando que ainda não tinha o “BOLO” nem as “VELAS” para apagar. :-)

Quando passeamos junto à Ria o que ele mais aprecia, são os barcos e observar as “pombinhas” junto aos Arcos, (Hotel Arcada) que se situa, mesmo no centro da cidade.

Hoje de manhã fiz algumas fotos, mas aquelas duas ele vai gostar tenho a certeza!


Um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen:

No fundo do mar

No fundo do mar
Há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.

Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas.
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços.
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Flor que não dura



Flor que não Dura

Flor que não dura
Mais do que a sombra dum momento
Tua frescura
Persiste no meu pensamento.

Não te perdi
No que sou eu,
Só nunca mais, ó flor, te vi
Onde não sou senão a terra e o céu.

Fernando Pessoa